Crónicas
Catarina Miranda
Locutora de rádio

Instantes Decisivos

11 Setembro 2018

Se calhar poucos relacionam o nome deste filme, no original Slidding Doors, com a história na qual Gwyneth Paltrow é a estrela.

Vamos por partes. Eu amo a Gwyneth. Está no meu grupo de actrizes de eleição, no meu Top 5. Altamente criticada, principalmente no que toca ao seu estilo de vida e, inevitavelmente, dos seus filhos, é dona de um sorriso capaz de derreter o coração mais frio deste mundo e uma actriz maravilhosa.

Lembro-me de ver este filme quando estava na faculdade. Foi amor à primeira vista, assim uma espécie de “You had me at hello!”. 😉 Gostei tanto que anos mais tarde comprei em DVD e ofereci a muita gente como miminho. Acredito que devemos partilhar as coisas boas desta vida e sem dúvida que este filme é uma.

Helen (Gwyneth Paltrow) tem um trabalho do qual gosta, um namorado – Gerry (John Linch) -, tudo normal, mas um certo dia é inesperadamente despedida e regressa a casa mais cedo que o habitual. Tudo começa aí. A história começa aí. A caminho de casa, Helen perde o metro. Quando chega, encontra Gerry no chuveiro…  Mas, e se Helen tivesse apanhado o metro? Então, ter-se-ia cruzado com James (John Hannah), que ficaria no seu pensamento e teria também chegado a casa mesmo a tempo de encontrar Gerry na cama com a antiga namorada, Lydia (Jeanne Tripplehorn). “E se …?” 2 histórias diferentes, 2 finais completamente diferentes.

A nossa vida é assim: tomamos decisões e mais tarde podemos pensar “E se eu tivesse antes optado por…?” Faz parte de nós. Escolher. Optar. Decidir. No filme, vemos dois caminhos diferentes, na vida real podemos imaginar como teria sido se tivéssemos seguido por outro caminho!

Se nunca viram este filme, aconselho-vos seriamente a ver. Para além da história e do toque inglês do actor John Linch, tem um humor subtil que eu aprecio.

 

James: “Cheer up. Remember what the Monty Python boys say.”

Helen: “Always look on the bright side of life”?

James: “No, “Nobody expects the Spanish Inquisition.”

Com estes filmes mais bizarros vais ter sempre tema de conversa

E por bizarros queremos dizer os filmes que foram feitos ao longo de vários anos, os filmes que não têm uma narrativa, os filmes de culto que são autênticos festins visuais ou, apenas, aqueles filmes que toda a gente vê e adora, mas não percebe.

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