Atualidade

Os filmes de culto do futuro podem muito bem ser estes que te mostramos

14 Janeiro 2019

Todos nós temos os nossos filmes de culto pessoais, e depois há os outros, de que toda a gente fala, que volta e meia passam na televisão, que são passados de pais para filhos, amigos para amigos, primos mais velhos para primos mais novos. O que é que constitui um filme de culto? Podíamos falar-te do elenco, da banda sonora, do significado geracional e até do realizador, mas aquilo que torna mais um filme num filme eterno é uma de duas coisas – ou é muito bom, ou é muito mau!

É por isso que filmes de culto podem ser The Room (2003) ou Pulp Fiction (1994), Showgirls (1995) ou Donnie Darko (2001). Como aqui no Canal Hollywood gostamos de nos prestar à adivinhação, hoje deixamos-te quatro filmes que achamos que vão ser de culto daqui a uns anos.

 

Machete Mata (2013)

A série Machete é uma homenagem aos filmes de exploitation, de série B, que já tinha sido mais ou menos anunciado quando Rodriguez e Tarantino lançaram o doube-feature Grindhouse (2007). Só com isto se faz um filme de culto, mas se depois lhe juntares Danny Trejo no papel principal, não sabemos bem como é que que este franchise não conquistou o mundo. Porque é que escolhemos a sequela e não o primeiro filme? Porque não há nada mais kitsch do que salvar o mundo de um vilão que quer lançar uma arma de destruição maciça no espaço. E é mesmo esse o enredo de Machete Mata, que conta ainda com a participação especial de Charlie Sheen (ou Carlos Estevez como vemos nos créditos) no papel de Presidente do EUA.

 

Alta Pedrada (2008)

Alta Pedrada é daqueles filmes que são tão errados que são bons. Seth Rogen e James Franco são a dupla diabólica que interpreta um oficial de diligências e o seu dealer de marijuana, respetivamente. E isto até podia ser só mais um filme de comédia, mas é muito mais. Estas duas personagens, tão diferentes, mas com tanto em comum, vão dar por si a fugir de um mafioso e de um polícia corrupto, sempre sob o efeito de… chamemos-lhes estupefacientes. O resultado é uma série de acontecimentos surreais, em que qualquer semelhança com a realidade é apagada e o mundo se transforma numa grande fantasia. Filme de culto instantâneo!

 

Deus Perdoa (2013)

Se há realizador que a cada filme que faz corre o risco de estar a fazer um filme de culto é Nicolas Winding Refn. Com Drive (2011) já nos tinha dado um filme com todos os elementos, mas Só Deus Perdoa tem tudo isso e ainda um fator de estranheza que o torna tão hipnótico quanto inesquecível. Uma luta entre um homem que tem de vingar o seu irmão e a sua ideia de Deus, este é daqueles filmes que, tal como disse Ryan Gosling – o protagonista – ou é uma boa viagem, ou uma má viagem. Não há cá meios termos com Só Deus Perdoa.

 

Colossal (2016)

Um filme de monstros, mas que não é bem sobre monstros. Um filme sobre uma miúda que está a recuperar de uma vida de loucura, mas que não é bem um filme de redenção. Colossal é mais, vá, um filme sobre crescer. Anne Hathaway é Gloria, uma party girl reformada que começa a perceber que os ataques bizarros de um monstro gigante no Japão talvez tenham alguma coisa a ver consigo. Ou tudo. Ninguém consegue bem descrever Colossal, e é por isso que nos atrevemos a dizer que daqui a 10, 20, 50 anos, este filme vai ter uma base de fãs que o vai ver religiosamente.

 

  • Alta Pedrada / 16 quarta-feira, 23:15
  • Só Deus Perdoa / 23 quarta-feira, 1:00

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