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Vampiros do rock’n’roll: as criaturas da noite também gostam de dançar

16 Junho 2017

Depois dos vampiros clássicos, queremos aqui dar dois dedos de conversa contigo sobre os vampiros do rock’n’roll. Também gostamos muito do Drácula, é verdade, mas os vampiros também têm que evoluir com os tempos, e a tocata e fuga em D menor de Bach já não assusta ninguém.

Se também és fã de guitarradas e das bateria, esta mini-lista é para ti. Afinal, os vampiros e os rockers têm uma coisa em comum: They can’t have no, uhuhu, satisfaction.

Rubrica Ha Mais Vampiros Alem do Crepusculo

 

Só os Amantes Sobrevivem (2013)

Jim Jarmusch decidiu fazer um filme de vampiros e, como é óbvio, esse filme já se tornou um objeto de culto. Tom Hiddleston e Tilda Swinton são um casal de vampiros com centenas de anos. Ele dedica-se à música, ela à literatura. Ambos se amam mais do que a qualquer outra coisa, e ambos gostamde estar isolados das distrações da sociedade moderna. Num mundo em que as doenças são cada vez mais, alimentarem-se é cada vez mais perigoso e é mais fácil viver  em reclusão. Uma história de amor e morte exemplar e misteriosa, com uma banda sonora que te vai pôr a bater esse pézinho.

 

A Rainha dos Malditos (2002)

Adaptado a partir de dois livros de Anne Rice, A Rainha dos Malditos acompanha uma nova faceta do vampiro Lestat, que se torna numa estrela de rock. Aborrecido e imprudente, decide acordar Akasha, uma vampira que é, à falta de outra expressão, má como as cobras. Estes são os verdadeiros vampiros do rock’n’roll: calças de pele, muito eyeliner, e concertos com gente muito estranha. O filme para veres se estás farto de vampiros betinhos (como o Drácula).

 

Fome de Viver (1983)

Fome de Viver é um clássico dos clássicos, e não apenas porque Catherine Deneuve, deusa maior do cinema francês, faz um dos papéis principais, mas também porque o outro protagonista é nada mais, nada menos que David Bowie. Nunca viste vampiros do rock ‘n’ roll se nunca viste estes dois a queimar o ecrã com com os casacos de cabedal e os óculos futuristas. Uma metáfora para o nosso medo de envelhecer, Fome de Viver é um filme para ver com precaução.

 

 

Aboborar

Aboborar. A ver um filme e deixar crescer o tamanho da imaginação. A beleza do cinema é essa, entrar no mundo da música, da encenação, da literatura, da fotografia, da representação. Aboborar com pipocas. ‪Hoje à noite.

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