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Os vampiros clássicos não começam nem acabam no Drácula

31 Maio 2017

Rubrica Ha Mais Vampiros Alem do Crepusculo - Vampiros Classicos

Hoje iniciamos uma rubrica aqui no blog chamada “Há mais vampiros além do Crepúsculo” e nas próximas semanas vamos trazer-te uma seleção de luxo de tudo quanto forem filmes de vampiros, desde os clássicos até aos modernos. Mas por enquanto queremos só dizer-te isto: os vampiros não começam nem acabam no Drácula, embora muitos sejam novas versões da história clássica de Bram Stoker, publicada pela primeira vez em 1897.

Vamos começar pelo princípio, com os vampiros mais clássicos e mais decrépitos. Considera isto o início de uma viagem que vai levar-te às trevas e trazer-te de volta… se sobreviveres.

 

Nosferatu, o Vampiro (1922)

Quando Murnau quis fazer este filme, já sabia que podia ser processado se seguisse à risca a história de Bram Stoker, por isso decidiu tomar algumas liberdades: o Conde Drácula passou a ser o Conde Orlok e o sol passou a ser um dos maiores inimigos destas criaturas da noite. Se és um fanático das histórias de vampiros, não podes passar sem ver esta obra-prima de Murnau, ainda hoje considerada um dos melhores filmes de sempre.

 

Drácula (1931)

O clássico dos clássicos, este filme de Tod Browning lançou o mote para todos os filmes sobre o conde Drácula que se fizeram a partir daí. Segue mais ou menos fielmente a história do livro, a partir do momento em que o vampiro mais famosos de sempre chega a Inglaterra e se diverte a perseguir Mina, a sua vítima favorita. Se não sabes de onde vem a expressão “criaturas da noite”, não procures mais, vem daqui. Hoje em dia este filme é visto como uma obra kitsch e até divertida, mas continua a fazer as delícias dos amantes dos filmes de terror clássicos e apostamos que deve ter pregado muitos sustos na altura.

 

Vampiro (1932)

Passados 10 anos da adaptação de Drácula ao cinema, Carl Theodor Dreyer decidiu adaptar Carmilla, de Sheridan Le Fanu. Se Drácula de Tod Browning é um festim de terror, este Vampiro aproxima-se mais da estética surrealista e onírica que vogava na Europa na altura. Mas não te deixes enganar, o realizador conseguiu criar um ambiente tão envolvente que é provável que vás para a cama a pensar na história da rapariga que lentamente se transforma numa vampira e do homem que a tenta salvar. Trancaste bem a porta do quarto?

 

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