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Estas estrelas de quatro patas foram mais bem pagas que muitos humanos

28 Agosto 2017

Os animais não entendem o poder do dinheiro e, normalmente, preferem dormir sestas ou pedir comida. No entanto, Hollywood tem as suas próprias regras e sonhos, sem restrições para as estrelas de quatro patas. Sabe mais aqui.

O Feiticeiro de Oz (1939)

estrelas de quatro patas

No que toca a estrelas de quatro patas, temos que começar por Terry, a Cairn Terrier imortalizada como Toto no mítico O Feiticeiro de Oz (1939). Terry já era um nome bastante conhecido da indústria em 1939 por “roubar” todas as cenas e mostrar sempre muito carisma em estúdio. O salário desta pequena estrela era de 125 dólares por semana, sendo mais bem paga que muitos atores na altura.

Enquanto olhas para o patudo que tens em casa e começas a fazer contas, fica a saber que a cadelita apareceu 19 vezes no grande ecrã, tem uma autobiografia publicada e tem um memorial em Hollywood. Agora, naquele dia em que combinaste ver O Feiticeiro de Oz sincronizado com o albúm dos Pink Floyd, podes roer-te de inveja quando Terry aparecer na TV.

 

O Regresso de Lassie (1943)

estrelas de quatro patas lassie

 

O primeiro filme de Lassie (spoiler alert: era um macho chamado Pal) estreou em 1943 e esta estrela de quatro patas contracenava com uma muito jovem Elizabeth Taylor. Por este filme, Pal recebeu mais do que o dobro do salário de Elizabeth, que naquela época tinha apenas nove anos. Não tentes adivinhar mais: recebia 250 dólares por semana (o equivalente a receber, nos dias de hoje, cerca de 3600 dólares semanais).

Facto curioso: a história de Lassie foi publicada como conto no jornal Saturday Evening Post, em 1938, inspirada na história real de uma collie que salvou um marinheiro em Inglaterra durante a Primeira Guerra Mundial. Resultado? O número de collies registados nos Estados Unidos na década de 40 quintuplicou, muito em parte pela influência desta heroína.

 

Libertem Willy (1993)

Estrelas de quatro patas - Libertem o Willy

 

Agora mudamos de departamento animalesco. Willy não faz parte do grupo das estrelas de quatro patas, mas sim das de duas barbatanas. Libertem Willy (1993), um dos melhores filmes de família dos anos 90, conta-nos a história improvável de um jovem problemático que se afeiçoa a uma orca aprisionada num aquário e acaba por salvá-la. É o filme ideal para vermos no sofá com a família, mesmo que a prima chorona não apareça.

No que toca a dinheiro, aconselhamos-te que te agarres à cadeira: Keiko, a orca que protagonizou Willy no filme, recebeu um salário de 36 milhões de dólares! Depois de muito debater, concluímos que isto faz da nossa orca o Neymar de 1993.

 

 

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